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segunda-feira, 6 de agosto de 2012



Dishonored

Do designer de "Deus Ex" e "Thief", game traz ação furtiva para PC e consoles de alta definição.

  1. Desenvolvedora: Arkane Studios
  2. Lançamento: 09/10/2012
  3. Distribuidora: Bethesda
  4. Suporte: 1 jogador
  5. Gênero: FPS

Prévia: Dishonored

Quando “Bioshock” foi lançado, em meados de 2007, trouxe consigo uma nova forma de contar histórias, uma jogabilidade inovadora e um cenário intrigante que mistura arte déco e steampunk. E é por ser um jogo tão icônico que se tornou referência entre os games da atual geração de consoles.
Cinco anos mais tarde, um novo jogo que mistura a ação em primeira pessoa com um cenário steampunk vitoriano chama atenção do público: “Dishonored”. Este é o mais recente trabalho do estúdio Arkane e Harvey Smith, um desenvolvedor de jogos que trabalhou em games como “Deus EX” e “System Shock” – sendo que neste último, ele trabalhou ao lado de Ken Levigne, o criador de “Bioshock”.
Não há como negar: “Dishonored” é um jogo que, sim, lembra “Bioshock”, mas tal afirmação é, ao mesmo tempo benéfica e injusta. Benéfica porque o game da 2K é realmente uma obra-prima. A injustiça fica por conta do conteúdo como um todo, pois cai como uma acusação e minimiza a proposta de Smith está trazendo para o mundo dos games.

PROSTÍBULOS ARISTOCRATAS

  • A cidade de Dunwall foi construída seguindo o estilo arquitetônico de Londres do século XVII, mas com a vida animada da era industrial. A estrutura política rígida manteve o clima de aristocracia e cenas de assassinatos em prostíbulos e em bares serão comuns no decorrer da aventura.
Passado a vapor
Dunwall é uma cidade que traz a sensação de estar em um passado longínquo, mas com máquinas movidas a vapor e engrenagens que mantém o mundo vivo. Por fora, a cidade de Dunwall parece ser o triunfo máximo da civilização. Seus prédios lembram a arquitetura inglesa do século XVII. Entretanto, este lugar é dominado por um governo opressor e ditatório, que não dá brechas para ascensão da população.
A ordem é mantida pelos Tallboys, soldados munidos de metralhadoras e pernas mecânicas que os elevam às alturas. Ninguém pode se rebelar nem atentar contra o governo. E é aí que começa a história de Corvo Atano, o guarda costas da Imperatriz. Ela acaba sendo assassinada e Corvo é condenado, sem provas, como autor do crime.
Atrás das grades e sedento por vingança, Corvo acaba se relacionando com um homem conhecido como ‘The Outsider’ (O Forasteiro, em tradução livre) que acaba lhe concedendo poderes sobrenaturais.
Agora, munido com sua fiel espada, Corvo vai atrás de vingança e acaba descobrindo que vive em um mundo podre e corrupto, que só terá fim quando a hierarquia de Dunwall for deposta.
Diga ‘não’ à linearidade
O principal problema da maioria dos jogos de ação é a linearidade. Não há mais espaço para a criatividade do jogador que fica fadado a entrar em corredores e seguir pelo roteiro pré-determinado pela equipe de produção. “Dishonored” tenta se esquivar e dá ao jogador ferramentas para que ele crie seu próprio estilo de jogo.

PODERES ALÉM DA IMAGINAÇÃO

  • Além de ter uma série de armas à disposição, Corvo poderá aprender uma série de habilidades especiais:

    • Blink: Permite teletransportar a curtas distâncias;
    • Celerity: Aumenta a velocidade;
    • Dark Vision: Melhora a visão;
    • Devouring Swarm: invoca ratos para devorar inimigos;
    • Feather: Pernite cair de lugares altos sem se machucar;
    • Fire: Ateia fogo em pessoas e objetos;
    • Healing: Cura uma certa quantidade de vida;
    • Ice: Congela pessoas e objetos; • Agility: Corvo corre mais rápido e pula mais alto;
    • Possession: Controla pessoas e animais;
    • Time Bend: Para o tempo;
    • Windblast: Corvo solta uma rajada de vento.
  •  
“Dishonored” permite que o jogador experimente diversas formas de se passar por um estágio. Um mesmo cenário pode ser completado como em “Call of Duty”, ou seja, saia do ponto A dando tiros para todos os lados e chegue ao ponto B. Esse mesmo trecho pode ser feito como em “Bioshock”, analisando o ambiente e pensando em formas de usá-lo a seu favor. Uma terceira opção é fazer um caminho mais longo e complexo, porém sem chamar a atenção dos inimigos.
Os poderes especiais e as armas de Corvo podem ser usados tanto para eliminar um alvo quanto para evitar o confronto direto. Um bom exemplo disso é a habilidade Blink, que permite se teletransportar em curtas distâncias, possibilitando cortar caminhos ou atacar soldados pelas costas.
Outro poder interessante é o Possession, que permite que Corvo controle um corpo, seja ele de um soldado, ou de um rato. Quanto mais complexo, menos tempo ele tem de possessão em um corpo, Com isso ele pode chamar atenção para outro lugar, ou simplesmente detonar alguns soldados inimigos. No total são 12 habilidades e cada uma permite que você use da forma que bem entender.
As opções são tão vastas quanto os poderes especiais que Corvo tem à disposição. Não existe um “jeito certo” para cumprir os objetivos, mas o mundo reage de acordo com suas ações.
Quanto mais destrutivo, mais você vai chamar atenção e a história vai ficar voltada ao herói. As pessoas nas ruas vão ficar apreensivas conforme sua fama de sanguinário aumentar. Entretanto, se você conseguir se mantiver incógnito, mais os moradores de Dunwall vão falar de um ‘fantasma vingador que anda pelas ruas durante a noite’.
Isso significa que você pode ir do início ao fim do jogo sem matar um soldado sequer e somente eliminar os alvos primordiais.
No final, o estúdio Arkane promete mais de 20 horas de jogo em “Dishonored”, bastante tempo para conhecer a cidade de Dunwall e seus personagens. Mas é bom que você separe mais algum tempo, pois os produtores já afirmaram que é impossível conseguir adquirir todos os poderes em apenas uma rodada.
Tudo isso só prova que “Dishonored” não é uma cópia barata de “Bioshock”. Na verdade a única coisa que ambos têm em comum é a visão em primeira pessoa e um mundo excêntrico. Agora é esperar para ver de perto como esse mundo opressor se desenvolverá.
“Dishonored” está previsto para chegar ao PlayStation 3, Xbox 360 e PC no dia 9 de outubro.

 


06/08/2012 - 17h47

Preço de "Gears of War 3" é reduzido para R$ 99 no Brasil

A Microsoft reduziu o preço de "Gears of War 3" de R$ 129 para R$ 99. O novo preço já está valendo nas revendas oficiais.
"Gears of War 3" é exclusivo para Xbox 360. O jogo, que encerra a saga de Marcus Fênix e do Delta Squad, foi lançado em 20 de setembro de 2011 e conta com legendas em português.
O jogo da Epic Games está entre os melhores títulos do Xbox 360 e oferece suporte para partidas multiplayer em tela dividida e diversas modalidades de jogo online, através do Xbox Live.

Gears of War 3

Ponto final
A série "Gears of War" foi aclamada pela crítica e mostra uma história focada no Esquadrão Delta, um grupo de soldados que recebe a missão de salvar o planeta Sera do exército de Locusts, criaturas horrendas que vêm do subterrâneo.
Revelado em meado de abril, "Gears of War 3" fecha a trilogia que narra o conflito dos humanos, representados pela trupe de Marcus Fenix, contra os Locusts.
"Gears of War 3" é exclusivo para Xbox 360.

 

domingo, 5 de agosto de 2012


Prévia: F1 2012

  1. Desenvolvedora: Codemasters
  2. Lançamento: 30/09/2012
  3. Distribuidora: Codemasters
  4. Suporte: 1 jogador
  5. Gênero: Corrida
Fórmula 1 não é um gênero que envolve muita inovação, ao menos nos games. Se considerarmos as rígidas regras do esporte e seu nicho bastante especializado, fica difícil para uma produtora como a Codemasters criar novidades de um ano para o outro, mas ela está se esforçando em “F1 2012”.
"Estamos trabalhando para fornecer mais opções de táticas para o jogador. Se ele observar que há nuvens de chuva se aproximando da pista, por exemplo, ele poderá se comunicar com a equipe e solicitar troca de pneus, assumindo total responsabilidade por suas escolhas", esclareceu Stephen Hood, diretor criativo do jogo.
  • Divulgação Outra novidade de "F1 2012" é a adição do Circuito das Américas, localizado nos Estados Unidos
E as promessas não pararam por aí: ele ainda confirmou a criação de um novo modo chamado de Young Drivers Test, que vai servir de tutorial para jogadores mais novos. A ideia, apesar de simples, é atrair maior audiência para a franquia de corrida.
Se a produtora vai conseguir cumprir essas metas, só o tempo pode dizer. Para os jogadores, resta apenas esperar até setembro para conferir tudo isso com os próprios olhos.
 

 


Prévia: Call of Duty: Black Ops II

 

  1. Desenvolvedora: Treyarch
  2. Lançamento: 13/11/2012
  3. Distribuidora: Activision
  4. Suporte: 1 jogador, multiplayer online
  5. Gênero: FPS
Num futuro não muito distante, a China vai se firmar como uma das maiores potências mundiais. Neste cenário, o país oriental e os Estados Unidos entrarão em guerra por conta da escassez dos minérios usados na produção de aparelhos eletrônicos e armas militares. Mais um combate de proporções globais tem início, e você está envolvido nele.

É assim que a Treyarch explica os acontecimentos de “Call of Duty: Black Ops II” – ou ao menos parte deles, já que a produtora dividiu a história do jogo em duas frentes: uma que se passa no ano 2025, protagonizada por David Mason, e outra ambientada nos anos 80, onde a ação acontece no comando de Alex Mason, personagem principal do primeiro game e pai de David.
Futuro e passado

Estamos falando de um jogo da série “Call of Duty”. Sendo assim, espere por explosões, prédios desabando, balas rasgando o cenário e muitas mortes na guerra entre Estados Unidos e China. Esta, aliás, é uma batalha que não fica presa às armas de fogo, pois a produtora incluiu aparatos tecnológicos e diversos robôs no confronto.

ROTEIRO DE PESO

Divlgação
David Goyer, o roteirista de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, é quem está à frente da história de “Call of Duty: Black Ops II”, e promete fazer de Menendez, o vilão do jogo, um personagem memorável. Se ele vai conseguir, só o tempo pode dizer.
Para a nova guerra, os soldados têm a seu favor uma espécie de painel de pulso para dar ordens a um pequeno helicóptero. O auxiliar é capaz de se mover para vários pontos do mapa, além de disparar rajadas de tiro nas áreas demarcadas para abrir caminho para os personagens.

E o futuro mostra outras possibilidades além do pequeno helicóptero: entre os montes de robôs que o jogador terá que transformar em sucata – ou usar a seu favor – está um com armas nas laterais e até um tipo de tanque de guerra equipado com uma metralhadora de topo. “Exércitos inteiros sem soldados”, como explica Frank Woods, narrador do game e personagem do “Black Ops” original, no primeiro trailer do jogo.

O arsenal também conta com novos equipamentos como um lançador de mísseis capaz de derrubar grupos de aviões e uma arma com uma mira que permite ver pessoas escondidas.

Ao mesmo tempo em que David faz o possível para se defender no futuro, seu pai, Alex, passa por apertos no passado. Na década de 80, boa parte da ação tem foco em pequenos conflitos na América Central, e é nesse período que o jogador vai conhecer Raul Menendez, o responsável por iniciar a guerra entre Estados Unidos e China (seria ele capaz de fazer frente a Makarov, o vilão de “Modern Warfare”?)

O passado, aliás, traz algo diferente para as batalhas de “Call of Duty”: combates montados. Numa das áreas do jogo que lembra um deserto os personagens aparecem sobre cavalos, e trocam tiros com os inimigos ao mesmo tempo em que helicópteros e carros passeiam pelo cenário – e, evidentemente, as doses de explosões estão garantidas neste trecho do game.

Call of Duty: Black Ops II


Estratégia militar

ZUMBIS À SOLTA

Divlgação
Fãs de zumbis, comemorem: as criaturas do além estão em “Call of Duty: Black Ops II” – e até o momento essa é a única opção cooperativa confirmada para o novo game.
Quem acompanha a série “Call of Duty” sabe que as produtoras Treyarch e Infnity Ward sempre acrescentam algo para prender a atenção do jogador, seja um detalhe extra na história ou novidades na jogabilidade. Enquanto quem curte bons enredos pode ficar atento aàs desventuras de David e Alex, quem é mais ligado em elementos do jogo deve observar atentamente o novo modo Strike Force.

Esse modo possui missões que acontecem durante a campanha principal – afinal, a dupla Mason não pode estar em vários lugares ao mesmo tempo – e faz uma mistura entre estratégia em tempo real e FPS. Aqui o jogador tem uma visão geral do campo de batalha e pode dar ordens aos comandados, mas quando a coisa aperta é possível assumir o controle de um soldado, robô ou helicóptero para resolver o problema.

Para aumentar o fator replay da campanha a produtora vai forçar o jogador fazer escolhas difíceis, como escolher uma missão do Strike Force em um grupo com três, por exemplo. Para jogar as demais é necessário iniciar uma nova partida.

Mais que estratégia, este modo também exige cuidado da parte do jogador, pois caso o time fracasse na missão o curso do conflito muda. Sim, uma morte aqui realmente significa morrer na trama do jogo.

Gears of War:Judgment


Prévia: Gears of War: Judgment

 

  1. Desenvolvedora: People Can Fly
  2. Lançamento: 03/2013
  3. Distribuidora: Microsoft
  4. Suporte: Multiplayer online, cartão de memória
  5. Gênero: Third Person Action

Com mais de 18 milhões de cópias vendidas entre os 3 games da série, "Gears of War" pode ser considerada uma das jóias da coroa do Xbox 360.
A série que popularizou o 'tiroteio com cobertura' e o multiplayer cooperativo nesta geração de consoles parecia ter encontrado seu fim em "Gears of War 3", de 2011, mas retorna para mais uma rodada com "Judgment", que promete injetar novas idéias e melhorar - ainda mais - as batalhas multijogador no Xbox Live.
Para produzir "Judgment", a Epic Games escalou o estúdio People Can Fly, de "PainKiller" e "Bulletstorm" - e que no passado, fez a competente adaptação do primeiro "Gears" para PC.
Dia do Julgamento
A trama de "Judgment" se passa nos primeiros dias da guerra contra os Locust, 15 anos antes do primeiro "Gears of War". Os humanos de Sera acabaram de sair do conflito conhecido como 'Pendulum Wars', uma guerra mundial que durou 79 anos, e precisam lidar com a ameaça de uma espécie subterrânea, até então desconhecida.
As táticas e veículos das 'Pendulum Wars' não se aplicam na luta contra os Locust. Para a People Can Fly, a melhor comparação é o conflito do Vietnã: o exército americano estava preparado para a 2ª Guerra, na Europa, mas precisou reaprender a lutar para encarar a guerrilha vietcongue.
Levar a saga de volta no tempo foi uma decisão inteligente, pois permite explorar outros personagens: já acompanhamos a jornada de Marcus na trilogia original. Dominic foi o centro das atenções em "Gears of War 2" e Cole Train teve seu momento na ribalta no terceiro jogo. Agora é a vez de Baird, o espertinho mal-humorado, brilhar Baird lidera o Kilo Squad, acompanhado por Cole e 2 novos personagens. A aventura é narrada em 'flashbacks' através de um julgamento. A narrativa muda conforme os depoimentos dos envolvidos - e você pode escolher 'lembrar' das coisas de um jeito ou de outro, o que gera situações diferentes no game.
O cenário de "Judgment" é Halvo Bay, uma rica cidade atingida pouco após o Emergence Day. Aqui fica a Onyx Guard Academy, onde é treinada a elite dos COGs. "Comparada aos EUA, Halvo Bay é como San Diego atualmente ou San Francisco na 2ª Guerra Mundial", disse Rod Fergusson, produtor executivo da Epic.
O jogo é extremamente voltado para a ação, com menos cenas de corte do que "Gears of War 3" - que tinha cerca de 90 minutos de 'filminhos'. A Epic planeja usar cenas curtas nos momentos cruciais, mas a narrativa será entregue de forma que o jogador nunca pare de se mover em "Judgment".

SANGUE NOVO: CONHEÇA O KILO SQUAD

Damon Baird
O mecânico espertinho da série "Gears of War", sempre com uma resposta pronta para irritar Marcus Fênix, é o personagem principal de "Judgment".
Cole Train
Astro de Trashball, o esporte mais popular de Sera, é famoso tanto por suas habilidades atléticas quanto pelo humor debochado.
Sofia Hendricks
Cadete da Onyx Guard Academy, é mais disciplinada do que os colegas, sempre pronta para reportar as atividades do grupo para os oficiais superiores.
Garron Paduk
Refugiado da União das Repúblicas Independentes, Garron veio do outro lado das 'Pendulun Wars', trazendo uma nova perspectiva para o Kilo Squad - e uma oposição para a certinha Sofia.
Por se passar antes do primeiro "Gears of War", foi preciso encontrar soluções criativas para incluir novos monstros na horda Locust. Além dos brutamontes tradicionais, o jogo terá criaturas inéditas tidas como 'arquivos classificados', desconhecidos pela maioria das pessoas na série por serem eventos confidenciais.
Mesmo os inimigos comuns aparecem em quantidade muito maior do que nos "Gears of War" anteriores, aumentando a dificuldade do jogo e trazendo de volta a tensão do combate, que já quase inexistia em "Gears of War 3", pela familiaridade estabelecida entre o jogador e os adversários ao longo dos anos.
"Judgment" promete ser o mais difícil dos "Gears of War", principalmente com o 'Smart Spawn System': o game monitora o estilo do jogador e se adapta, ajustando os combates seguintes tanto em táticas quanto nas criaturas presentes.

5 COISAS SOBRE "GEARS OF WAR: JUDGMENT"

Novos controles Os controles de "Gears" foram remapeados para se adequar ao ritmo mais intenso do combate: com o botão Y, você troca de armas e as granadas ficam em um dos botões de ombro.
Modo OverRun "Judgment" combina os modos 'Horda' e 'Besta' em um jogo competitivo baseado em classes chamado 'OverRun'.
Dificuldade elevada Esse será o "Gears" mais difícil até hoje, com muito mais inimigos na tela e um sistema que se adapta ao jogador.
Prelúdio "Judgment" se passa 15 anos antes do primeiro "Gears of War", com o Kilo Squad encarando um julgamento por suas táticas militares não-ortodoxas.
Testemunhos Você pode escolher como se lembra de certos eventos durante o julgamento, o que influencia no jogo. Wretches podem ganhar uma carga explosiva durante um encontro, deixando a partida mais difícil, por exemplo.
Desafio constante
No decorrer da campanha, os jogadores receberão pequenos desafios integrados ao cenário maior: por exemplo, durante uma missão, um desafio pede que você encontre e destrua 10 ninhos com ovos de Serapedes - as diabólicas centopéias gigantes dos Locust. Cumpra a missão e a batalha seguinte será um pouco mais fácil, sem a ninhada de criaturas se unindo ao chefão e outros monstros que infestam a sala.
Além de integrar melhor tarefas paralelas ao jogo, os desafios premiarão os jogadores com recompensas diversas.
Uma questão de classe
"Gears of War 2" introduziu o modo 'Horda', em que os jogadores encaram dezenas de inimigos em ondas de ataque com dificuldade crescente. A popularidade do modo 'Horda' pode ser medida pela quantidade de jogos que adotou a modalidade em suas partidas multiplayer.
Em "Gears 3", a brincadeira ganhou elementos de 'tower defense' e a Epic introduziu o modo 'Besta', em que os jogadores controlam monstros Locust em uma versão invertida do 'Horda'.
"Judgment" dá o próximo passo lógico com OverRun, modalidade que coloca jogadores em times de COGs e Locusts lutando para dominar um território.
São 2 times de 5 jogadores que se revezam entre COGs e Locust. Os soldados precisam defender 3 pontos estratégicos no mapa, enquanto os monstros lutam para conquistar essas bases.
Aqui, os jogadores escolhem entre classes de personagem, com papéis bem definidos e diferentes equipamentos e habilidades. São 4 classes básicas e, conforme o jogador acumula pontos de experiência, 4 outras classes especiais podem ser liberadas.
Com novidades em todas as frentes, "Judgment" promete injetar frescor e novas idéias em uma fórmula de sucesso. É uma meta ousada, mas  não se deve esperar menos daquele que pode ser o derradeiro episódio de "Gears of War" no Xbox 360.

CLASSES DO OVERRUN

Locust Arma Habilidade
Grenadier Rifle Lancer Lança granadas
Wretch Garras Grito atordoante
Ticker Explosão Velocidade extra
Kantus Rifle Hammerbust Cura aliados
COG Arma Habilidade
Engenheiro (Baird) Escopeta Gnasher e Blowtorch Torre de sentinela
Soldado (Cole) Lancer e Boomshot Joga munição para aliados
Médico (Sofia) Lancer e pistola Snub Granada que revive aliados
Batedor (Garron) Longshot e pistola Snub Granada Beacon

 

Prévia:God Of War:Ascension
 
Lançamento:12/03/2013
Plataforma:PS3


     
Ele foi ao mundo dos mortos, destruiu as teias do destino, desceu ao tártaro e subiu ao monte Olimpo só para acabar com todos os deuses e titãs. Mas antes de se tornar uma máquina de matar movida pelo combustível da vingança, Kratos foi um ser humano dotado de sentimentos e compaixão.
É esse homem que vamos conhecer em “God of War: Ascension”, jogo que chega em março de 2013 ao PlayStation 3: um soldado que ainda exala brutalidade, mas ainda humano.
Kratos não sairá andando com um cesto de flores em baixo do braço e distribuindo buquês para casais apaixonados. Nada disso. Ele ainda vai arrancar as vísceras de seus inimigos e cortar suas cabeças, mas esse não será o mesmo Kratos que mata pessoas inocentes sem remorso ou peso na consciência – ele vai dar um empurrão para que o indivíduo saia da frente e não morra desnecessariamente.

CARA FEIA É FOME

"God of War: Ascension" vai trazer muitos inimigos comuns que já estamos acostumados a enfrentar, como é o caso dos sátiros. Entretanto um novo monstro faz sua estreia na série: o elefantauro, besta que é uma mistura entre homem e elefente. O pessoal do estúdio Santa Monica se permitiu a criar esta fera, já que na mitologia grega não existe um "elefantauro"
As armas do destino
Esta é uma história sobre origens. Vamos ver um Kratos mais fraco, afinal, ele não pode ser mais poderoso do que visto em “God of War III”. Se colocarmos o Kratos de “Ascension” ao lado do Kratos de “God of War III” vamos perceber uma grande diminuição na quantidade de músculos – mas ele ainda é um brutamonte.
A história de “God of War: Ascension” se passa seis meses após ele ter sido enganado por Ares e executado sua esposa e filha por acidente. Os detalhes ainda são escassos e, cá entre nós, dificilmente a Sony vai liberar mais informações sobre a história.
Por outro lado, já conhecemos muito sobre as novas mecânicas do jogo, como é o caso do sistema de armas, no qual Kratos agora pode pegar os equipamentos dos monstros inimigos e usar contra eles.
Nos games anteriores, as armas que Kratos encontrava pelo caminho eram incorporadas ao seu arsenal, como foi o caso do Barbarian Hammer (de “GoW II”) e do Nemean Cestus (em “GoW III”). Já em “Ascension” não será bem assim, pois o espartano poderá se livrar delas, seja arremessando em outros inimigos, seja substituindo uma por outra ou mesmo usando-as para variar um pouco os combos das correntes do caos.
O motivo para isso é óbvio: “as correntes de Kratos sempre são mais legais”. Foi o que disse o diretor do game, Todd Papy, para a revista oficial do PlayStation nos EUA. No total serão cinco tipos de armas que poderão ser encontradas no decorrer da aventura, duas delas já foram mostradas na demonstração da E3 deste ano: a espada e a lança.
Falando nisso, a exibição da E3 deste ano também revelou um novo artefato mágico que o espartano vai carregar em sua tanga: a esfera do Ciclo da Vida (Life Cycle Orb). Entre os poderes desse objeto é possível reconstruir itens danificados e deixá-los suspensos no ar. Papy falou ao site IGN que esta é apenas uma fração do poder do orbe e que ele será de suma importância para o jogador.
Inimigos mitológicos
Como um jogo que se passa na Grécia antiga, vamos ver alguns monstros mitológicos, como os sátiros e o Polifemo.
Assim como o Minotauro, o Elefantauro é uma fera que resulta da mistura entre elefante e um homem e eles vão substituir os clássicos minotauros, mas com a diferença de que podem agarrar Kratos e causar um belo estrago. A cena de execução desse monstro é algo incrivelmente assustador: Kratos abre um rombo em seu crânio, deixando o cérebro à mostra.

QUEM É SEU DEUS?

Hades
• Aumenta poder do dano mágico
• Concede a habilidade de colocar armadilhas no cenário
Poseidon
• Concede o poder de cura; benção e proteção mágica
Ares
• Aumenta resistência a danos
• Aumenta o poder de combos e golpes normais
Zeus
• Concede escudos mágicos
• Dá a habilidade de disparar raios
• Permite teletransportar em curtas distâncias
Os sátiros, um monstro que mistura cabeça e pernas de bode com o torso de um homem, são velhos conhecidos dos jogadores de “God of War”. Estes monstros têm agilidade descomunal e usam uma espécie de bastão ou espadas para acertar o espartano.
Já Polifemo é um monstro gigantesco que aparece no mapa multijogador de “Ascension”. O modo anunciado até agora é uma espécie de cabo de guerra, no qual os jogadores se unem para derrotar os adversários ao mesmo tempo em que lutam para eliminar a fera mitológica.
Combate em equipe
Jogadores podem criar e equipar personagens com armas, magias e até escolher quais deuses eles  veneram. Nesse quesito, é possível escolher entre Hades, Poseidon, Ares ou Zeus, sendo que cada um concede poderes diferentes.
Por exemplo, Ares, o deus da guerra, aumenta a resistência e a quantidade de vida além de conceder maior poder para golpes comuns e combos de quem o segue. Já Zeus, o rei dos deuses, permite que o jogador se teletransporte, use escudos mágicos e dispare raios.
Os golpes usados pelos guerreiros são muito parecidos com os que Kratos usa durante suas aventuras solo, ou seja, jogadores não vão sentir dificuldades para se adaptar.
Entre as armas reveladas até agora, os soldados podem escolher entre uma espada gigantesca parecida com a Blade of Olympus e um martelo de guerra também de tamanho descomunal.
Em certas áreas do mapa existem baús que concedem poderes como o uso temporário das Blades of Chaos, que permitem ao jogador desferir os combos e golpes de Kratos, ou as botas de Hermes, que permitem correr pelo cenário.
O modo multiplayer é um grande passo para a franquia, mas “Ascension” é como um todo um grande desafio, tanto para a Sony quanto para os produtores. “God of War III” aumentou o nível dos jogos da série, tanto no quesito de história, quanto das batalhas e até mesmo no desenvolvimento de Kratos.
Todd Papy tem um grande desafio pela frente, resta saber se o game que ele entregará em 2013 vai atender a todas as expectativas dos fãs.

God of War: Ascension